segunda-feira, 1 de Junho de 2009

A ciência ao serviço do alcool

Não há nada que goste mais de ver, do que a ciência ao serviço do álcool :) Certo é que a ciência já fez muito pela bebedeira. A mais recente novidade é a datação de whisky usando C14 (queria meter o 14 em cima, mas não consegui...).

A ideia é interessante, até porque há whiskies caríssimos, como o Macallan 1926 (sim é o que aparece no Lost) que foi vendido em leilão por 54000 dólares. Caramba, com uma garrafa destas nem mijava o que bebesse para não me desvalorizar, só de pensar que cada vez que mijasse passava a valer menos 3000 dólares... era tipo a bolsa de Nova Iorque...

Já que estão com a mão no álcool, vou deixar duas sugestões de melhorias, para as duas bebidas que mais gosto (sem contar com whisky que já é uma bebida perfeita).

Cerveja

É verdade que já se começou a investigar a cerveja, já começaram a mexer na cor, agora temos amarelas, pretas, e finalmente RUIVAS, mas então e a vontade de mijar? Ninguém pensa nisso? Por várias vezes já pensei em parar de beber cerveja, e virar-me para o whisky para não ter que mijar tanto. Não podiam inventar uma cerveja, chamemos-lhe cerveja 2.0 (tipo a web), que se evaporasse mal entrasse em contacto com acido gástrico? Para além de reduzir a vontade de mijar, ainda nos fazia arrotar mais ruidosamente como qualquer homem que se preze gosta de fazer! Os peidos também podiam acontecer, mas podia-se resolver isso numa versão 3.0.

Vinho

Fazer um vinho tinto 2.0, que não deixe a boca roxa após beber umas garrafas... Muitas vezes já sai de um jantar cheio de moral, e as gajas fugiam de mim como se de um pirata com escorbuto me tratasse, e eu sem nada saber... sorria, e afinal não havia outra, era pior ainda, tudo por causa dos dentes roxos!

Amigos cientistas, vejam lá isso, sff...

0 comentários: