N'O Expresso li que um padre pediu aos fieis que se abstivessem da comunhão aqueles votaram no Obama, por o mesmo ser pró aborto, e votar nele era o mesmo que pactuar com o mal do aborto.
Há tanta coisa errada com esta atitude que nem sei por onde começar... Primeiro parte do principio que o Obama concorreu à presidencia unica e exclusivamente para abortar! Este tipo de absolutismo é o que faz com que muitos se afastem da Igreja. Ninguém concorda com tudo a respeito de nada. Eu pelo menos ao longo da minha vida, tenho a certeza que nunca concordei com todas as opiniões de toda a gente que conheci, nem mesmo comigo concordo a 100%. Este padre, que pode ou não representar o todo da Igreja (eu ao menos não sou absolutista a criticar o absolutismo dele), para além de obrigar as pessoas a escolher entre dois mundos que são disjuntos, culpabiliza-os a priori por qualquer lei a respeito do aborto que possa ou não vir a acontecer, bem como atribuir-lhes responsabilidade por estarem associados a quaisquer leis que possam ou não ter sido aprovadas, e isto é ridículo.
O "totalitarismo" que este padre atribui às coisas. Então se o Obama, por exemplo, for pró aborto e anti-guerra como é? Pode-se comungar? Ou apesar de ele ter uma política que salva milhares de vidas continua a ser errado apoia-lo por ser pró-aborto?
E depois pensava que era eu o bizarro no meio disto tudo...
1 comentários:
Bizarro
COncordo contigo. E odeio que certas pessoas se achem melhores que outras.
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